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Se observarmos o comportamento infantil dentro das escolas, podemos notar que as crianças são o espelho daquilo que recebem dentro de casa, se convivem com situações de agressividade podem apresentar-se da mesma forma com os colegas e professora ou partindo para o extremo, tornando-se apática às relações sociais, se excluindo do grupo. Já as crianças que convivem num ambiente familiar saudável, de amizade, amor e respeito conseguem estabelecer vínculo positivo com quase todo o grupo, sem dificuldades. A escola é um espaço onde se deveria formar cidadãos críticos e pessoas humanas contribuindo para a inserção social.
Através da construção de um projeto coletivo democrático e de valorização da escola é possível formar profissionais para a sociedade capazes de se posicionar em processos de decisão e gestão de conflitos comprometidos com o espaço público. Dentro dessa perspectiva a escola cultivaria um espaço de cultura e de relações humanas permeadas de valores sociais como: respeito, justiça, solidariedade, compromisso, igualdade, democracia.
Embora seja essencial reagir de forma assertiva em situações de violência, nada melhor do que a prevenção para tornar o ambiente mais acolhedor e seguro para todos.

Identifique sinais de alerta.

Ameaças, situações de intimidação, humilhação e exclusão do grupo social não deixam marcas visíveis como as agressões físicas, mas nem por isso são menos importantes. Porém, identificar esse problema pode ser um desafio. Ainda que essas atitudes não resultem em hematomas, alunos que estão causando ou sofrendo atitudes de violência geralmente dão sinais de alerta.

Alguns destes sinais são:

  • Perda de interesse repentina;
  • Obsessão por jogos violentos;
  • Depressão e isolamento social;
  • Queda na participação em atividades acadêmicas;
  • Redações que demonstrem sentimentos de desespero ou desolação;
  • Dificuldade em controlar a raiva;
  • Violência contra animais;
  • Conversa sobre morte ou instrumentos violentos.

Tanto a família como a escola podem estabelecer regras para evita a violência. É possível proteger seu filho para que não se converta em um agressor ou em uma vítima de agressão? Claro que sim. Educar é uma tarefa muito difícil, mas a família se constrói e seu posicionamento é considerado essencial para a socialização das crianças, através da transmissão de valores, normas, comportamentos, etc.
A família é que tem que estabelecer o que é reprovável e o que é aceitável, em casa e nas relações sociais. Segundo os especialistas em agressão, a ausência de regras, a falta de supervisão e de controles razoáveis da conduta dos filhos fora do colégio, do que fazem e com quem andam, é uma tarefa muito difícil.
A falta de comunicação e a ocorrência de tensões e de brigas na família, podem levar aos filhos adquirirem condutas agressivas. Algumas regras básicas são:

1- Preocupar-se com seus filhos, falando com eles. Criar um canal de diálogo com eles. Evitem os monólogos. Aprende-se e se conhece melhor os filhos ouvindo-lhes.
2- Estar atento aos possíveis sintomas como nervosismo, falta de apetite, insônia, baixo rendimento escolar, fobia escolar, etc.
3- Controlar e supervisionar as condutas de seus filhos, observando o que faz, onde anda, com quem brinca, quais são seus interesses, projetos, etc.
4- Determinar os limites e as normas.
5- Educar para controlar as emoções, para comportar-se com os demais, para a convivência.
6- Observar os comportamentos, estados de ânimo e as mudanças nos hábitos das crianças.

Devemos sempre estar atentos a esses sinais, a fim de tomar medidas de precaução ou intervir imediatamente quando for necessário.
Muitas vezes prevenir a violência pode ser mais simples do que se imagina. Ainda que pareça clichê, amor, cuidado, elogio e palavras de apoio são os melhores remédios contra a violência. Crianças e adolescentes que se sentem amados e valorizados são menos passíveis de agir de modo violento.
Para incentivar essa atitude entre professores, educadores e até mesmo entre os alunos, promova a prática da empatia: se colocar no lugar do outro é o primeiro passo para evitar conflitos e conquistar um ambiente seguro e pacífico, favorável ao aprendizado e ao convívio social.

Flávia Maria da Silva- Orientadora Educacional Fund.II

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